Muito tem se falado sobre os benefícios do home office – para empresas e para colaboradores. Mas existe uma parcela desse segundo grupo que merece destaque: os profissionais que possuem algum tipo de deficiência.

Apesar da mudança na legislação brasileira, que veio para estimular cada vez mais a contratação desse perfil de profissional, ainda há muito a ser feito.

E o home office surge com uma excelente alternativa para as empresas em busca de profissionais altamente qualificados com esse perfil, que antes eram inacessíveis ao mercado de trabalho.

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O profissional com deficiência no mercado de trabalho

Em todo o mundo, as pessoas com deficiência são menos propensas a encontrar boas posições no mercado de trabalho.

Mesmo com a nova legislação, muitas empresas relutam em contratar pessoas com este perfil. Os motivos vão desde a falta de profissionais capacitados aos problemas estruturais.

Afinal, contar com um profissional que é cadeirante, por exemplo, implica em possuir uma sede física adaptada com rampas, corrimões, banheiros adaptados e outras questões.

Isso faz com que uma grande parcela da população sofra com a falta de oportunidades, problemas de autoestima, comprometimento da saúde e baixa integração e participação social.

Por sorte, a evolução da tecnologia facilitou o acesso à educação, com os cursos de ensino à distância, além de trazer oportunidades de recolocação graças ao home office.

Cresce o número de contratações de pessoas com deficiência no Brasil

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o mercado de trabalho no Brasil emprega formalmente 403,2 mil pessoas com deficiência (PcDs). E esse número vem crescendo progressivamente, ano após ano. Em 2015, o número de empregos para as PCDs aumentou 5,75%, quando comparado ao período anterior.

A Lei de Cotas para PcDs, nº 8.213/1991, criada em 1991 tem contribuído significativamente para este quadro, a medida determina que empresas com mais de 100 empregados devem destinar de 2 a 5% das suas vagas a profissionais com esse perfil. E essa proporção cresce em paralelo ao volume de colaboradores:

  • Até 200 empregados: 2%,
  • De 201 a 500:  3%,
  • De 501 a 1.000:  4%,
  • De 1.001 em diante: 5%.

Empresas que não cumprirem a legislação são autuadas – a multa vai de R$ 2.281,05 a R$ 284.402,57, conforme o tamanho do estabelecimento e o percentual de vagas não preenchidas.

Com isso, grandes empresas, instituições financeiras, indústrias e serviços ao público já estão incorporando estes profissionais em suas equipes.

Mas ainda há muitos profissionais disponíveis: estima-se que o Brasil possua 9,3 milhões de PCDs para 827 mil vagas abertas. O que se traduz em muitas oportunidades para a sua empresa.

E se antes boa parte destes colaboradores atuava nos bastidores, atualmente já é possível encontrá-los em operações de atendimento aos clientes ou em outras posições estratégicas dentro das organizações.

E a transformação digital vivida atualmente fomentou esse cenário positivo. Através dela as empresas passaram a contar com uma série de alternativas e recursos para reter talentos com a possibilidade de oferecer contratações em sistema home office.

Home office amplia as possibilidades para pessoas com deficiência

Ainda existem muitas empresas enfrentando dificuldades para cumprir com a cota de contratação de pessoas com deficiência.

Essa questão acaba sendo muito comum especialmente entre as empresas de pequeno e médio porte, que não possuem instalações adaptadas.

Já para as pessoas com deficiência, a flexibilidade no trabalho pode ser uma prioridade maior, fazendo do home office a melhor solução para ambos os lados dessa relação.

Profissionais com locomoção limitada podem desenvolver uma série de tarefas estratégicas sem sair de casa.

Além disso, contam com o fato de permanecerem em uma estrutura já conhecida e preparada para os seus desafios diários.

Já as empresas encontram no home office uma vantagem potencial na contratação de pessoas com deficiência. Elas deixam de contabilizar maiores custos ao fornecer acomodações e equipamentos especiais.

E passam a contar com uma mão de obra especializada e com altíssimo potencial, que antes era inacessível. Isso ajuda a manter sua competitividade no mercado.

A Home Agent, empresa que é referência no mercado de terceirização de operações de atendimento ao cliente em home office, tem acesso a profissionais com maior grau de qualificação. Especialmente porque seu modelo permite também empregar profissionais que teriam dificuldade de estar presencialmente no escritório, seja devido à deficiência ou outros fatores.

Isso faz da Home Agent uma fonte de diversas soluções para sua empresa – independente da área de atução no mercado.

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Home office é oportunidade para empresas na contratação de PcDs

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